Domingo, 28 de Agosto de 2011

Mês do Dízimo

Cânticos para as missas do Mês do Dízimo

 

Canto de Entada


1. Tem que ser agora,/ já chegou a hora/ da condivisão./ Deus é Pai da gente,/ fez-nos diferentes/ mas nos quer irmãos.

Eu sou dizimista, eu sou!/ Vou ser dizimista, eu vou!/ Vamos partilhar o que Deus nos dá,/ todo o nosso amor! (bis)

2. Ó que maravilha,/ festa da partilha/ sem obrigação./ Deus é Pai bondosos,/ é tão generoso/ multiplica o pão.

3. Os irmãos carentes,/ pobres e doentes,/ se alegrarão/ quando a nossa oferta/ for de mão aberta,/ for de coração.

 

Ato Penitencial

 

1. Senhor, Vós sois o Caminho, / guiai-nos ao Pai com carinho.

De nós, tende piedade! / Senhor, tende piedade!

2. Ó Cristo, Sois a Verdade, / enchei-nos de caridade.

De nós, tende piedade! / Ó Cristo, tende piedade!

3. Senhor, Vós sois nossa Vida, / buscai a ovelha perdida.

De nós, tende piedade! / Senhor, tende piedade!

 

Aclamação

 

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia. (bis)

1. Cada um partilhe conforme o impulso do seu coração,/ pois Deus ama quem reparte com Alegria!

 

Preparação das ofertas


Se você tem fé, fique de pé./ Se você é irmão, entre nessa procissão. (bis)

1. Vamos, irmãos, levante, caminhe com disposição,/ trazendo a sua oferta/ de acordo com seu coração.

2. Vamos, irmão, partilhe, nosso Deus é comunhão/ e abençoa as ofertas da Igreja, peregrina em missão.

3. Vamos, irmão, coragem, não importa o que tens na mão./ Se hoje não tem nada ofereça o seu coração.

 

Comunhão


1. Quando você despertar amanhã/ e sua janela abrir,/ veja que Deus lhe dá tudo sem nada pedir.

Abra o seu coração,/ dízimo é prova de amor./ Sangue e corpo, vinho e pão,/ assim Jesus ensinou.

2. É dando que se recebe,/ se cresce ao dividir./ Tudo o que eu sou e o que eu tenho/ pertencem a ti.

3. Eu sempre serei dizimista com muito amor./ Vou partilhar toda a graça que vem do Senhor.

 

Canto Final

Dízimo (3x), atitude de fé e conversão! (bis)

1. Não é oferta, nem doação, é compromisso de todo bom cristão./ Não é o resto que me sobrou, é a parte do que Deus me doou.

2. Gesto sagrado: na Bíblia está. Eu encontrei a sua explicação:/ “Aquele povo ao Pai entrega com alegria de todo coração.”

3. Sustenta o templo, templo sagrado, é a partilha diante do altar./ Promove a vida de todo irmão, somos chamados a evangelizar.

 

 

publicado por semeandonoamor às 22:07
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

Músicas Para o mês da Bíblia

Cânticos para as missas do mês da Bíblia

 

CANTO DE ENTRADA


A Bíblia é a Palavra de Deus / semeada no meio do povo, / que cresceu, cresceu e nos transformou, / ensinando-nos viver um mundo novo.

1. Deus é bom, nos ensina a viver. / Nos revela o caminho a seguir: / só no amor, partilhando seus dons, / sua presença iremos sentir.

2. Somos o povo, o povo de Deus, / e formamos o Reino de irmãos. / E a Palavra que é vida nos guia / e alimenta a nossa união.


ATO PENITENCIAL


1. Perdão, Senhor, pelas vezes que sufocamos / a Vossa Palavra com nossas preocupações. / Queremos pedir vosso perdão.

Senhor, tende piedade de nós. (bis)

2. Perdão, Jesus, quando vossa Luz ofuscamos / fazendo de Vossa doutrina, apenas Lei. / Queremos pedir vosso perdão.

Jesus, tende piedade de nós. (bis)

3. Perdão, Senhor, quando nós nos desesperamos / e não mais buscamos a Vossa misericórdia. / Queremos pedir vosso perdão.

Senhor, tende piedade de nós. (bis)


ACLAMAÇÃO

 

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia! (bis)

1. No evangelho da vida / que nos traz a Salvação, / Jesus Cristo nos convida / e nos guia na missão. (bis)

 

OFERTÓRIO

 

Com o pão e com o vinho, nossa oferta apresentamos, / nossa vida em missão, em Tua Palavra renovamos.

1. Ofertamos os nossos ouvidos / e abrimos o nosso coração, / pra colhermos a tua Palavra / e sentirmos a transformação.

2. Ofertamos as nossas famílias, / onde Tua Palavra é luz. / Juventude, infância, velhice, / todo aquele que abraça a cruz.

3. Ofertamos as lutas do povo, / seus anseios, amor, doação, / que a Tua Palavra, Senhor / firme sempre a nossa união.

 

COMUNHÃO

 

1. Vou cantar teu amor, / ser num mundo um farol. / Eis-me aqui, Senhor, / vem abrir as janelas do meu coração / e então falarei, / imitando tua voz. / Creio em ti, Senhor, / nas pegadas deixadas por ti vou andar.

Vou falar do teu coração, / com ternura nas mãos e na voz, / proclamar que a vida é bem mais / do que aquilo que o mundo ensina e cantar...

Cantar o canto ensinado por Deus. / Com poesia ensinar nossa fé, / plantar o chão, cultivar o amor, / como poetas que querem sonhar, / pra realizar o que o Mestre ensinou. / Viemos cear, restaurar o coração, / fonte de vida no altar a brotar, / a nos alimentar.

2. Celebrar meu viver / pra no mundo ser mais. / Faz de mim, Senhor, / aprendiz da verdade, justiça e da paz. / Comungar Teu viver / neste Vinho, neste Pão. / Quero ser, Senhor, / novo homem nascido do Teu coração.

 

CANTO FINAL


1. Agora que a missa termina, começa então nossa missão. / A Palavra de Deus nos ensina e nos aponta a direção: / sejamos comunicadores, a Bíblia é Comunicação!

Vamos, vamos comunicar / que o amor de Deus é revelação. / Vamos, vamos testemunhar / que a Bíblia é Comunicação! (bis)

2. Repletos do amor do Senhor, de sua Palavra e seu Pão, / fiéis comuniquemos o Amor, pois Deus se faz comunicação. / Testemunharemos com ardor, pois essa é a nossa missão!


publicado por semeandonoamor às 20:01
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Quarta-feira, 29 de Junho de 2011

O Ministério do Salmista

 

Ir.Miria T.Kolling

 

Por ser de suma importância o ministério litúrgico do salmista, ele merece um artigo à parte.
Tão importante quanto a do leitor, que proclama a Palavra de Deus, a função de cantar o Salmo de resposta, após a primeira leitura, é também um gesto sacramental, sinal sensível da presença de Deus.
É uma leitura-proclamação, que deve ser cantada de preferência, como um prolongamento meditativo da leitura proclamada. O salmista coloca-se a serviço de Deus, emprestando-lhe sua voz, sua comunicação, seus gestos, sua pessoa.
E coloca-se a serviço da comunidade reunida em assembléia para ouvir a Palavra. Trata-se, portanto, de um conjunto de atitudes a serem assumidas por quem canta o salmo, para que seja expressão do Deus vivo que fala à comunidade, e ao mesmo tempo, resposta orante do povo à Palavra ouvida: o modo como se dirige ao ambão, seu olhar, seus movimentos, sua dicção, o tom e a modulação da voz, enfim todo o modo de cantar e de ser, toda a postura do corpo. Movido(a) pelo Espírito, o(a) salmista proclama com os lábios e o coração a mensagem do texto bíblico, para que o povo escute e acolha o que a Igreja lhe diz naquele dia.
Da parte da assembléia, ela deve ter "os olhos fixos" em quem proclama cantando o Salmo (Lc 4, 20), sem acompanhá-lo, assim como as demais leituras, pelo folheto ou mesmo pela Bíblia. Ele deve ser proclamado do Lecionário Dominical, nossa "Bíblia Litúrgica", segundo Dom Clemente Isnard.
O livro "O canto cristão na tradição primitiva", de Xabier Basurko, publicado pela Paulus, dedica páginas e páginas ao canto do salmo e à sua importância na vida do cristão, como uma escola de oração. De fato, através dele aprendemos a suplicar e agradecer, a pedir perdão e louvar,a confiar, rezar e cantar...
Herança rica recebida do judaísmo, o salmo é um dos mais antigos cantos que foram incorporados à liturgia cristã, reinterpretado à luz do Mistério Pascal de Jesus Cristo pelas comunidades primitivas, alimentando nossa fé e nossa espiritualidade. Esquecido por séculos, felizmente foi resgatado pelo Concílio Vaticano II, como " parte integrante da liturgia da palavra", não devendo ser substituído por outro canto qualquer, porque tem valor de leitura bíblica.
Dois são os modos de executá-lo:
1) a forma responsorial, em que o salmista propõe o "refrão", cantando-o sozinho, a seguir repetido pela comunidade, e cantando as estrofes, geralmente em forma livre, numa espécie de recitativo, ouvidas e acolhidas pela assembléia, que participa no refrão;
2) a forma direta, em que o salmo é todo cantado pelo solista, sem interferência nem participação da assembléia, que só escuta.
De preferência seja usada a primeira forma, por promover uma participação ativa (canto) e passiva (escuta) da assembléia.
Em diversos encontros de liturgia e canto pastoral já foi colocada a seguinte questão: poderia o próprio instrumentista, lá do seu lugar, onde está o grupo de canto, tocar e cantar o salmo?
Não é liturgicamente o mais adequado, primeiro, porque os documentos da Igreja insistem em que "Cada um, ao desempenhar sua função, faça tudo e só aquilo que pelas normas litúrgicas lhe compete." (Sacrosanctum Concilium). Salmodiar requer um dom especial e é um ministério próprio.
Depois, porque o Salmo Responsorial deve ser proclamado do ambão ou da estante da Palavra, como as demais leituras.
Algum instrumento que acompanhe o salmista, seja discreto e suave, servindo apenas de apoio, nunca se sobrepondo à mensagem do texto, que tem a primazia. Requer-se do salmista formação bíblico-litúrgica, espiritual e musical, bem como prática no manuseio do Lecionário e outros livros litúrgicos.
"Cantar no Espírito" supõe preparação anterior, evitando-se a improvisação.
"Devemos cantar, salmodiar e louvar ao Senhor mais com o espírito do que com a voz...
O servo de Cristo cante de tal forma que não se deleite na voz, mas nas palavras que canta."


(São Jerônimo)

 

FONTE: http://www.irmamiria.com.br/notcompleta.php?id=874&tipo=2 (Acesso em 29 de junho de 2010)

 

publicado por semeandonoamor às 16:00
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